Para não esquecer...
Os marcadores do Nautilus ficam em:
$HOME/.config/gtk-3.0/bookmarks
A ordem em que eles aparecem no arquivo é a mesma na parte de marcadores no Nautilus
Abraços
Mostrando postagens com marcador Ubuntu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ubuntu. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
terça-feira, 21 de julho de 2015
Instalando o RTAI no Linux Ubuntu 14.04
Um post bem interesante e que aqui coloco para não perder é:
https://gist.github.com/gaoyifan/c881aa36cd02fb5c1c20
O autor faz um passo a passo bem simples do patch e compilação do RTAI no Ubuntu 14.04.
Outra maneira é
Ainda não testei esse método direto. Quando o fizer posto aqui os resultados.
Abraços
https://gist.github.com/gaoyifan/c881aa36cd02fb5c1c20
O autor faz um passo a passo bem simples do patch e compilação do RTAI no Ubuntu 14.04.
Outra maneira é
sudo apt-get intall rtai
Ainda não testei esse método direto. Quando o fizer posto aqui os resultados.
Abraços
quarta-feira, 25 de junho de 2014
De volta
Depois de um longo tempo sem postar, aqui retorno.
Mas ainda sem grandes novidades... Só um comentário:
Estou um bocado triste com o desenvolvimento do Ubuntu. Eles estão complicando o que era simples, deixando feio o que era bonito, me deixando com "a pulga atrás da orelha" com os novos "recursos" que não servem senão para te expor num mundo já muito mais público do que eu gostaria que fosse. Vamos ver a reação da comunidade!
Estou tão entristecido que tentei até mudar de SO. E já faz mais de 8 meses que tenho o Elementary OS instalado e funcional.
Abraços
Mas ainda sem grandes novidades... Só um comentário:
Estou um bocado triste com o desenvolvimento do Ubuntu. Eles estão complicando o que era simples, deixando feio o que era bonito, me deixando com "a pulga atrás da orelha" com os novos "recursos" que não servem senão para te expor num mundo já muito mais público do que eu gostaria que fosse. Vamos ver a reação da comunidade!
Estou tão entristecido que tentei até mudar de SO. E já faz mais de 8 meses que tenho o Elementary OS instalado e funcional.
Abraços
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Para não esquecer - E se o wifi não sobe de jeito nenhum?
Olá,
É o seguinte...
Não sei porque, às vezes a gente desliga o WiFi via software (coloca o WiFi como inativo, não no botão do note, mas no do ambiente gráfico) e, depois de um re-boot, ele assim permanece (i.e. OFF) e não sobe de jeito nenhum; mesmo que cê passe horas tentando pelo botão do ambiente gráfico colocar par ON, ele insiste em voltar para OFF.
E agora?
Sem rede, sem navegador, sem Google, sem pesquisa e... sem solução?
Não é bem assim. Você pode começar a catar, como eu fiz, por um monte de páginas de man e info, no terminal, e descobre que o Debian tem uns scripts para bloquear e desbloquear o WiFi (e Bluetooth). O principal deles é o rfkill.
Então, da próxima vez faz direto um man no rfkill.
Repetindo que é para não esquecer: da próxima vez, para não esquecer, faz direto um man no rfkill.
E, de novo: faz direto um man no rfkill.
Se tiver boa memória:
Abraços
É o seguinte...
Não sei porque, às vezes a gente desliga o WiFi via software (coloca o WiFi como inativo, não no botão do note, mas no do ambiente gráfico) e, depois de um re-boot, ele assim permanece (i.e. OFF) e não sobe de jeito nenhum; mesmo que cê passe horas tentando pelo botão do ambiente gráfico colocar par ON, ele insiste em voltar para OFF.
E agora?
Sem rede, sem navegador, sem Google, sem pesquisa e... sem solução?
Não é bem assim. Você pode começar a catar, como eu fiz, por um monte de páginas de man e info, no terminal, e descobre que o Debian tem uns scripts para bloquear e desbloquear o WiFi (e Bluetooth). O principal deles é o rfkill.
Então, da próxima vez faz direto um man no rfkill.
Repetindo que é para não esquecer: da próxima vez, para não esquecer, faz direto um man no rfkill.
E, de novo: faz direto um man no rfkill.
Se tiver boa memória:
$ sudo suNa minha máquina o índice 3, correspondente ao phy0, é o equivalente a minha wlan0.
# rfkill list
# rfkill unblock 3
# exit
Abraços
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Instalei o Linux Mint 14 (Nadia)
Passei um tempo testando algumas variantes do Ubuntu, em especial as interfaces gráficas mais recentes.
Como sou um sujeito mais ou menos tradicional, buscava algo moderno, bonito, mas não tão diferentes das interfaces anteriores. E por aí fui no XFCE, LXDE, KDE e, por fim, Cinnamon.
Acabei gostando muito do Mint (com Cinnamon). Sua versão 14, de codinome Nadia, está muito boa. Quase nada a configurar após a instalação, e nem mesmo na parte de codecs (que sempre precisam de instalação no Ubuntu), precisei fazer muita força. Claro, como sempre instalo o msplayer e o ffmpeg, então acabo sendo obrigado a instalar mais coisas que efetivamente vem com a distro, mas este é um detalhe meu.
Minha sequência de pós-instalação do Mint 14 (versão Nadia):
Como sou um sujeito mais ou menos tradicional, buscava algo moderno, bonito, mas não tão diferentes das interfaces anteriores. E por aí fui no XFCE, LXDE, KDE e, por fim, Cinnamon.
Acabei gostando muito do Mint (com Cinnamon). Sua versão 14, de codinome Nadia, está muito boa. Quase nada a configurar após a instalação, e nem mesmo na parte de codecs (que sempre precisam de instalação no Ubuntu), precisei fazer muita força. Claro, como sempre instalo o msplayer e o ffmpeg, então acabo sendo obrigado a instalar mais coisas que efetivamente vem com a distro, mas este é um detalhe meu.
Minha sequência de pós-instalação do Mint 14 (versão Nadia):
- Instação padrão
- Abaixo, tudo no Synaptic
- Adicionar repositório:
- deb http://www.bchemnet.com/suldr/ debian extra
- Recarrego os pacotes
- texlive-full (back-end para o Tex/Latex)
- texstudio (front-end para o Tex/Latex)
- hplip-gui (para impressoras HP)
- samsungmfp-configurator-qt4 (para impressoras Samsung)
- virtualbox-4.2 (porque preciso ainda do Windows em algumas coisas)
- smplayer
- winfff, winff-doc (front-end para conversão de vídeo usando ffmpeg)
- subtitleeditor
- openshot
- gtk-recordmydesktop
- audio-recorder
- audacity
- gedit-plugins
- parcelite (gerente da área de transferência)
- openjdk-7-jdk, openjdk-7-doc, openjdk-7-source
- netbeans
- jabref
- umlet
- freemind
- goldendict
- tuxpaint, tuxtype, tuxmath
- gnome-sudoku
- octave* (os diversos pacotes do Gnu Octave 3)
- chromium-browser
- Deixo o chromium como navegador padrão
- E, claro, ajusto o idioma
- Depois instalo manualmente o skype
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Bug no plugin do flash
Há um bug chato no plugin do flash da versão 11.2: o bug caras azuis: basicamente o canal vermelho está claramente faltando e tudo na cena, principalmente os rostos das pessoas ficam com cara dos ETs de Avatar. Notado especialmente no Youtube.
Esse bug somente aparece quando se usa a libvdpau1, o driver da Nvidia atualizado, e o site usa a API Stage Video, que é o caso do Youtube.
Soluções:
1ª Desabilitar a aceleração de hardware do flash plugin!
Clique com o botão direito do mouse sobre o flash, escolha Configurações... (Settings...) e na tela desselecione a opção de aceleração do hardware.
2ª Instalar uma nova versão do libvdpau1, feita exclusivamente para concertar o bug do flash:
$ sudo add-apt-repository ppa:tikhonov/misc && sudo apt-get update && sudo apt-get install libvdpau1
3ª Entrar no programa de testes do HTML5 do Youtube. Neste caso tenha em mente que nem sempre irá funcionar.
Fonte: http://www.ubuntubrsc.com/corrigindo-problema-das-faces-azuis-youtube-ubuntu.html
Abraços
Esse bug somente aparece quando se usa a libvdpau1, o driver da Nvidia atualizado, e o site usa a API Stage Video, que é o caso do Youtube.
Soluções:
1ª Desabilitar a aceleração de hardware do flash plugin!
Clique com o botão direito do mouse sobre o flash, escolha Configurações... (Settings...) e na tela desselecione a opção de aceleração do hardware.
2ª Instalar uma nova versão do libvdpau1, feita exclusivamente para concertar o bug do flash:
$ sudo add-apt-repository ppa:tikhonov/misc && sudo apt-get update && sudo apt-get install libvdpau1
3ª Entrar no programa de testes do HTML5 do Youtube. Neste caso tenha em mente que nem sempre irá funcionar.
Fonte: http://www.ubuntubrsc.com/corrigindo-problema-das-faces-azuis-youtube-ubuntu.html
Abraços
domingo, 15 de janeiro de 2012
Salvando músicas de rádio no Ubuntu
Vez em quando a gente está a ouvir uma boa rádio e dá vontade de salvar as músicas que vão tocando. Mas aí, olhamos o banshee e cadê o botão de salvar? Pois é, e agora?
Mas os seus problemas a...ca...ba...ram!
(Obs.: eu uso o Ubuntu em inglês, então traduza aí se for o caso)
1º passo: instale o programa streamripper. Ele está nos repositórios, logo:
$ sudo apt-get install streamripper
ou clique aqui.
2º passo: mantenha as rádios corretamente gerenciadas no banshee: clique em Radio e depois em + (o ícone verde ao lado da caixa de pesquisa), e preencha corretamente os dados. Por exemplo:
Station Genre: Instrumental
Station Name: Webradio Natureza
Stream URL: http://www.radiostudiors.net:8006
Station Creator: Radio Natureza
Description: http://www.radionatureza.com
(costumo deixar a URL do site da rádio como descrição)
3º passo: definir um local para guardar as músicas ripadas:
$ mkdir $HOME/tmp/sound
(costumo deixar numa pasta temporária, depois manualmente coloco em $HOME/Music somente o que eu quero).
4º passo: criar um script de auxílio ao processo de ripagem. Basta copiar o texto abaixo e colar no gedit. Salve em $HOME/bin com um nome sugestivo, como radioripper.sh.
#!/bin/sh
echo "Ripping from $1 to $HOME/tmp/sound"
streamripper "$1" -d "$HOME/tmp/sound" -r -q
(o -r faz com que o streamripper crie um servidor relay local para que você possa ouvir a rádio enquanto o ripper faz o seu trabalho. Isso poupa um bocado de banda, se quiser ouvir uma rádio e, ao mesmo tempo, faz o ripper)
5º passo: criar uma rádio local para acessar o relay do ripper:
Station Genre: Geral
Station Name: Local (streamripper)
Stream URL: http://localhost:8000/
Station Creator: Andre
Description: Iniciar o streamripper primeiro
6º passo: abra o banshee e copie a URL da rádio que quer ouvir, abra um terminal e inicie o ripper, da seguinte forma:
$ radioripper.sh <ctrl+shift+v>
Como você pode observar, o streamripper vai iniciar o processo, mas ele não vai começar a gravar imediatamente, ele vai passar (skip) a música que estiver tocando no momento e somente vai gravar as próximas.
7º passo: para ouvir no banshee basta sintonizar a rádio Local (streamripper) criada no 5º passo.
Para finalizar a ripagem, basta fechar o terminal (<ctrl+c>).
É isso aí.
sábado, 1 de outubro de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Jade under Ubuntu
Jade is a framework for multi-agent application development.
As it is made in Java, it can be executed in several platforms and operational systems, but it do not work under Ubuntu.
To run Jade under Ubuntu it is necessary edit the /etc/hosts and ensure that loopback interface has the 127.0.0.1 address. For default, Ubuntu defines 127.0.1.1 as loopback address for the machine name mapping.
That's it!
As it is made in Java, it can be executed in several platforms and operational systems, but it do not work under Ubuntu.
To run Jade under Ubuntu it is necessary edit the /etc/hosts and ensure that loopback interface has the 127.0.0.1 address. For default, Ubuntu defines 127.0.1.1 as loopback address for the machine name mapping.
That's it!
Execução do Jade no Ubuntu
JADE é um framework para desenvolvimento de aplicações multi-agente.
Como é escrito em Java, pode ser executada em qualquer plataforma.
Bem, no Ubuntu, há um probleminha: o Jade não funciona a menos que você diga ao sistema que o endereço de loopback seja 127.0.0.1 e não 127.0.1.1 como é colocado por padrão no sistema.
Então, para consertar isso, basta editar o /etc/hosts e ter certeza que o endereço de loopback seja 127.0.0.1.
É isso
Como é escrito em Java, pode ser executada em qualquer plataforma.
Bem, no Ubuntu, há um probleminha: o Jade não funciona a menos que você diga ao sistema que o endereço de loopback seja 127.0.0.1 e não 127.0.1.1 como é colocado por padrão no sistema.
Então, para consertar isso, basta editar o /etc/hosts e ter certeza que o endereço de loopback seja 127.0.0.1.
É isso
sábado, 31 de outubro de 2009
Novo Ubuntu 9.10 no ar
Já está disponível para download e atualização o novo Ubuntu 9.10 Karmic Koala. Para baixar, pode ir direto ao site do Ubuntu:
http://www.ubuntu.com
Mas orientamos que aqueles que quiserem fazer um download completo, use torrent:
http://www.ubuntu.com/getubuntu/downloadmirrors#bt
Estou baixando agora, e tive que restringir a taxa de download, se não eu não conseguiria bada para navegar nem fazer esta postagem, tal a taxa de download que está muito boa - aqui para mim está em mais de 70Kbps, o que é muito bom para a minha conexão.
Para atualização, use o Update Manager. Mas aqui eu dou uma dica: só atualize se você tem poucos ou nenhum repositório de terceiros e, claro, não tem muitos programas compilados. Aliás, você deve gerenciar todas as atualizações em caso de pacotes próprios/locais (estes que a gente baixa da Internet e instala) ou para os compilados.
Se você é destes que usa o computador para testes, então uma instalação limpa é altamente recomendada. Se você usa em produção e não instala nada mais do que usa e, para isso, utiliza basicamente os repositórios padrão: main universe multiverse, então você pode fazer a atualização.
Para atualizar tenha uma manhã ou tarde inteira disponível, pois além do download que pode ser demorado, dependendo da quantidade de programas instalados (no meu caso foram mais de 1GiB), o sistema gasta um bom tempo apagando os pacotes antigos e instalando os novos e, volta e meia, vai precisar que você interfira no processo respondendo a algum conflito em um ou outro arquivo de configuração. Ótima atividade para o fim-de-semana ou feriado.
É isso, e divirta-se (That is and have fun).
http://www.ubuntu.com
Mas orientamos que aqueles que quiserem fazer um download completo, use torrent:
http://www.ubuntu.com/getubuntu/downloadmirrors#bt
Estou baixando agora, e tive que restringir a taxa de download, se não eu não conseguiria bada para navegar nem fazer esta postagem, tal a taxa de download que está muito boa - aqui para mim está em mais de 70Kbps, o que é muito bom para a minha conexão.
Para atualização, use o Update Manager. Mas aqui eu dou uma dica: só atualize se você tem poucos ou nenhum repositório de terceiros e, claro, não tem muitos programas compilados. Aliás, você deve gerenciar todas as atualizações em caso de pacotes próprios/locais (estes que a gente baixa da Internet e instala) ou para os compilados.
Se você é destes que usa o computador para testes, então uma instalação limpa é altamente recomendada. Se você usa em produção e não instala nada mais do que usa e, para isso, utiliza basicamente os repositórios padrão: main universe multiverse, então você pode fazer a atualização.
Para atualizar tenha uma manhã ou tarde inteira disponível, pois além do download que pode ser demorado, dependendo da quantidade de programas instalados (no meu caso foram mais de 1GiB), o sistema gasta um bom tempo apagando os pacotes antigos e instalando os novos e, volta e meia, vai precisar que você interfira no processo respondendo a algum conflito em um ou outro arquivo de configuração. Ótima atividade para o fim-de-semana ou feriado.
É isso, e divirta-se (That is and have fun).
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
GEdit com Octave - Ajustes
Se você é como eu que gosta de usar o gedit como editor padrão, mesmo para programação, já percebeu que se você tiver o Octave ou Matlab instalado a sintaxe não é pintada corretamente.
Apesar de haver o mimetype correto, o gedit insiste em achar que os arquivos .m são arquivos em Objective-C.
Para resolver esta característica indesejada, faça o seguinte (Ubuntu 9.04, mas deve funcionar em outras versões e distros, apenas ajustando o caminho dos arquivos):
Apesar de haver o mimetype correto, o gedit insiste em achar que os arquivos .m são arquivos em Objective-C.
Para resolver esta característica indesejada, faça o seguinte (Ubuntu 9.04, mas deve funcionar em outras versões e distros, apenas ajustando o caminho dos arquivos):
- Abra um terminal e inicie uma sessão de root:
$ sudo su - Edite o arquivo
/usr/share/mime/packages/freedesktop.org.xml# gedit /usr/share/mime/packages/freedesktop.org.xml - Comente toda a parte da definição do mime x-objsrc:
<!-- <mime-type type="text/x-objcsrc">
<comment>Objective-C source code</comment>
<comment xml:lang="be@latin">Kryničny kod Objective-C</comment>
<comment lang="bg">Изходен код — Objective C</comment>
<comment lang="ca">codi font en Objective-C</comment>
<comment lang="cs">Zdrojový kód v Objective-C</comment>
<comment lang="da">Objektiv C-kildekode</comment>
<comment lang="de">Objective-C-Quelltext</comment>
<comment lang="el">πηγαίος κώδικας Objective-C</comment>
<comment lang="en_GB">Objective-C source code</comment>
<comment lang="eo">fontkodo en Objective-C</comment>
<comment lang="es">código fuente en Objective-C</comment>
<comment lang="eu">Objective-C iturburu-kodea</comment>
<comment lang="fi">Objective-C-lähdekoodi</comment>
<comment lang="fr">code source Objective-C</comment>
<comment lang="ga">cód foinseach Objective-C</comment>
<comment lang="hu">Objective-C forráskód</comment>
<comment lang="id">Kode program Objective-C</comment>
<comment lang="it">Codice sorgente Objective-C</comment>
<comment lang="ja">Objective-C ソースコード</comment>
<comment lang="ko">Objective-C 소스 코드</comment>
<comment lang="lt">Objective-C pradinis kodas</comment>
<comment lang="ms">Kod sumber Objective-C</comment>
<comment lang="nb">Objective-C-kildekode</comment>
<comment lang="nl">Objective-C-broncode</comment>
<comment lang="nn">Objective-C-kjeldekode</comment>
<comment lang="pl">Kod źródłowy Objective-C</comment>
<comment lang="pt">código fonte Objective-C</comment>
<comment lang="pt_BR">Código fonte Objective-C</comment>
<comment lang="ru">исходный код Objective-C </comment>
<comment lang="sq">Kod burues C objekt</comment>
<comment lang="sr">Објектни-C изворни ко̂д</comment>
<comment lang="sv">Objective-C-källkod</comment>
<comment lang="uk">Вихідний код на мові Objective-C</comment>
<comment lang="vi">Mã nguồn Objective-C</comment>
<comment lang="zh_CN">Objective-C 源代码</comment>
<comment lang="zh_TW">Objective-C 源代碼</comment>
<sub-class-of type="text/x-csrc"></sub-class-of>
<magic priority="30">
<match value="#import" type="string" offset="0"></match>
</magic>
<glob pattern="*.m"></glob>
</mime-type> --> - Atualize o banco de dados mime:
# cd /usr/share
# update-mime-database mime - Remova/renomei o arquivo /usr/share/gtksourceview_2.0/language-spec/objc.lang para outra coisa que não tenha a extensão .lang:
# cd /usr/share/gtksourceview_2.0/language-spec/
# mv objc.lang objc.lang.bak - Volte a ser usuário normal:
# exit
$ | - Verifique se o gnome já está reconhecendo o mime correto:
$ gnomevfs-info algum_arquivo.m | grep MIME
MIME type : text/x-matlab
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Dica de programa: DHelp
Essa dica vai muito bem para os desenvolvedores. No meu caso, como uso o Octave, é sempre bom ter o manual em mãos.
Para aqueles que querem manter os seus documentos de ajuda em HTML bem organizados, faz o seguinte: instala o dhelp.
O dhelp (ou melhor Debian Help) é um programinha muito simples mas muito poderoso, ele faz uma varredura em todo HTML do seu disco e tenta organizá-lo em grupos, normalmente pelas pastas onde os arquivos se encontram.
Cara fica uma beleza a organização.
Só mais uma coisa: se você tem um servidor Web (e.g. Apache - httpd) você deve apontar o navegador para http://localhost/doc/HTML/index.html ou se não, você deve acessar o índice gerado através de: file:///usr/share/doc/HTML/index.html.
Se você esquecer disso, basta digitar
Para aqueles que querem manter os seus documentos de ajuda em HTML bem organizados, faz o seguinte: instala o dhelp.
O dhelp (ou melhor Debian Help) é um programinha muito simples mas muito poderoso, ele faz uma varredura em todo HTML do seu disco e tenta organizá-lo em grupos, normalmente pelas pastas onde os arquivos se encontram.
Cara fica uma beleza a organização.
Só mais uma coisa: se você tem um servidor Web (e.g. Apache - httpd) você deve apontar o navegador para http://localhost/doc/HTML/index.html ou se não, você deve acessar o índice gerado através de: file:///usr/share/doc/HTML/index.html.
Se você esquecer disso, basta digitar
dhelp num terminal, que ele vai abrir a página index ou então dhelp para acessar uma busca por documentação específica, como por exemplo: dhelp gnu octave
domingo, 21 de junho de 2009
Configurando o StarDict
Bem, de fato o stardict está se tornando o padrão em programa de tradução para o mundo open source e para Linux em particular.
No Ubuntu, por exemplo, uma das primeiras coisas que faço é instalá-lo. O programa de dicionário padrão do sistema é simplesmente muito ruim para se usar. Nunca consegui usá-lo adequadamente.
Mas o problema com o stardict é que ele não tem lá muitos dicionários e os que existem, pelo menos para português não são lá muito bons. Mas os dicionários do Babylon são excelentes. Então que tal usar os dicionários do Babylon no stardict?
Para isso, baixe os dicionários do Babylon e os converta para o formato do stardict. Use as dicas contidas aqui: http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=1044452.
Mas se você nao quiser se encher muito, segue uma dica que funcionou para mim tranquilamente.
Só atenção a uma coisa: eu uso a interface do Ubuntu 9.04 em inglês, talvez você tenha que adaptar algo para a sua interface.
É isso.
No Ubuntu, por exemplo, uma das primeiras coisas que faço é instalá-lo. O programa de dicionário padrão do sistema é simplesmente muito ruim para se usar. Nunca consegui usá-lo adequadamente.
Mas o problema com o stardict é que ele não tem lá muitos dicionários e os que existem, pelo menos para português não são lá muito bons. Mas os dicionários do Babylon são excelentes. Então que tal usar os dicionários do Babylon no stardict?
Para isso, baixe os dicionários do Babylon e os converta para o formato do stardict. Use as dicas contidas aqui: http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=1044452.
Mas se você nao quiser se encher muito, segue uma dica que funcionou para mim tranquilamente.
- Pegue os dicionários que deseja em: http://reciteword.sourceforge.net/stardict/babylon.php, como por exemplo o stardict-babylon-Babylon_English_Portuguese-2.4.2.tar.bz2
- Dê dois cliques no arquivo stardict-babylon-Babylon_English_Portuguese-2.4.2.tar.bz2, vai abrir o Archive Manager.
- Extraia todos os arquivos para a pasta ~/.stardict/dic. Se esta pasta não existir, pode criar. (o ~ é a sua pasta pessoal, ou melhor a sua pasta HOME).
- Reinicie o stardict
- Vá em Manage dictionaries (o segundo ícone da esquerda para a direita em baixo) e veja que os dicionários estão ativos. Desative os dicionários padrão, que só servem para pegar um monte de coisas meio inúteis da Web.
Só atenção a uma coisa: eu uso a interface do Ubuntu 9.04 em inglês, talvez você tenha que adaptar algo para a sua interface.
É isso.
domingo, 17 de maio de 2009
O que falta para o Ubuntu deslanchar?
Bem, para muitos essa questão tá errada, pois, para eles, o Ubuntu já deslanchou. Do ponto de vista do Pinguim com certeza, mas do ponto de vista de mercado, ainda há muito o que fazer. Abaixo segue uma lista de coisas que, acredito, devam melhorar no mundo Linux, em particular no Ubuntu, para que ele deslanche de uma vez.
- Propaganda mais agressiva: nesta semana, a Veja está com uma matéria de capa falando sobre os hábitos (infelizes) dos brasileiros na Internet, bem como de sua base instalada de programas e, com eles, um bocado de roubadores de senha, vírus e companhia. Como sabemos, o Linux é bem menos vulnerável a essas práticas e, como o usuário do Linux acaba tendo que aprender um pouco mais que o zero costumeiro dos usuários do Windows, segue-se que o conjunto usuário + sistema é excelente em temos de segurança. A comunidade Linux deveria ser mais incisiva quanto a isso e a propaganda deveria ser mais agressiva quanto a vulnerabilidade do outro sistema. E sem essa que o Linux não tem essas pragas por causa de sua baixa popularidade. É claro que aumentaria o número de casos, mas em termos percentuais, continuaria como está hoje, talvez com um leve aumento e não mais que isso, bem diferente do Windows que, sabe-se é 100% vulnerável desde a sua instalação e o usuário deve correr à frente dos invasores para colocar um mínimo de segurança em seu PC, se não acaba ficando atrás e, literalmente, refém deles.
- Um DVD descente: o que quero dizer com isso? Que o Ubuntu deve deixar de lado essa de colocar um sistema inteiro em apenas um CD e o seu DVD ser um mero ajuntamento das diversas versões (dos diversos CDs existentes) em uma única mídia com um pouco mais de pacotes de idiomas (tradução e regionalização). Devemos ter um DVD que deixe o sistema pronto mesmo: com os pacotes multimídia lá, java, flash etc. e, também igualmente importante, os arquivos de documentação. Não tem jeito, o mundo ainda não é open source e, por isso, esses formatos proprietários ainda são necessários. Num mundo em que os pen drives estão na casa dos GiB e praticamente todos os computadores atuais saem de fábrica com um leitor de DVD, está meio sem sentido essa política. Mas tem o pessoal da África, podem argumentar alguns, mas até eles acabam usando o Ubuntu em DVD mesmo, porque tem que fazer a instalação do pacote de idioma e, como a gente sabe, a maioria lá não tem acesso a Internet. Realidade igual no Brasil que, apesar de ter um bom percentual de pessoas com acesso a Internet, sabe-se que boa parte desse acesso é no ambiente de trabalho, em cafés ou pontos públicos, ou via internet discada: simplesmente não dá para baixar 700MiB de pacotes novos via internet discada! A propósito, no Brasil é possível você distribuir tudo (até mesmo o w32codecs) sem problemas legais.
- Comunidade preparada para receber 1, 2, 5, 10 milhões de usuários: a verdade é essa, não temos uma comunidade preparada para receber um número tão grande de usuários. Se todos os usuários atuais do Ubuntu fizessem parte da lista de discussão "oficial", já não faríamos outra coisa no dia que não apagar (nem mesmo ler) mensagens de e-mail dessa lista. Hoje a lista tá um volume e tanto e só temos cadastrados uma parte pequena dos usuários do sistema. Ou seja, necessitamos nos organizar, empresas devem nascer para dar suporte, escolas devem começar a usar e ensinar os alunos etc. Sem esse suporte na esquina, fica difícil: a maioria dos usuários Windows o são simplesmente porque é fácil e barato encontrar "alguém" que por uns trocados (quando não faz de graça mesmo, pela amizade) instala o sistema em qualquer PC. Tudo bem se é pirata, esse detalhe aqui no Brasil é quase irrelevante.
- Venda casada de computadores: talvez seja a prática mais comum no mundo da informática, talvez tão comum que as pessoas nem se tocam que se trata de venda casada, o que é proibido pelo código de defesa do consumidor mas que, por hora, até mesmo o Ministério Público faz ouvidos de mercador e nem liga. Já cheguei a mandar e-mails para eles denunciando um site que estava vendendo PC com Linux e, juntamente, vinha uma cópia de "testes" do Microsoft Office. Isso mesmo, caro leitor, vinha o MsO junto com o PC novo, cujo SO era Linux. Bem, não deram nem resposta. Pois bem, para o Ubuntu deslanchar mesmo, não tem que ficar mendigando que 0,1% de computadores da Dell saiam com o sistema. No Brasil tem alcançar mesmo é o número dos milhares de "montadores" pequenos e médios que estão fazendo a farra com uma quantidade absurda de distribuições Linux que nem ao menos funcionam direito (às vezes nem entra o X) no computador. O Ubuntu se fazendo presente nestas empresas e com o sistema rodando bonito haverá menos rejeição do usuário final e, principalmente, não teria motivos muito plausíveis para mudar de SO. Sabemos que o Ubuntu consegue um percentual enorme de compatibilidade com os hardwares mais comuns no Brasil, mesmo considerando os Winmodens e as Wincams espealhados por aí. Então a Canonical deveria sim fazer essa venda casada: nada de instalação, sistema seguro, sistema rodando com tudo que o usuário tá precisando, compatibilidade com os formatos de arquivos mais comuns, java rodando, flash embutido no navegador ok e boa compatibilidade com o hadware. Aí é só correr pro abraço.
- Uma documentação descente: apesar dos esforços da comunidade, ainda é precária a documentação do sistema. Não é que falte, mas ela está dispersa. Sem a agregação certa fica difícil fazer as coisas. Por exemplo: a ajuda do OpenOffice.org até que é boa, mas basicamente ensina teclas de atalho, o significado de um ou outro termo numa caixa de diálogo, quais as opções mais relevantes de um combo-box etc. Mas o principal para eles que é como usar o conjunto dos aplicativos para fazer as coisas da maneira certa, isso não tá lá. Tudo bem, pode-se comprar livros sobre o OpenOffice que ajudam, mas nem todos podem comprar e/ou nem todos tem o tempo necessário para ler e aprender com os livros. Lembro-me que a primeira versão do Word para Windows, o Word 2.0, vinha com um sistema de ajuda simples (sem as firulas que eles tem hoje), mas recheado de dicas para se ganhar produtividade com o Word. Ensinava desde o conceito de um parágrafo e caractere para o sistema e daí os motivos de se ter formatações tanto para parágrafos quanto para caracteres. Falta isso para o mundo open source em geral e para o Ubuntu em particular. Alguns podem se lembrar dos How-Tos por aí, mas uma vez mais, assume-se que a pessoa tenha acesso a Internet e que tenha tempo de procurar por um monte de lugares diferentes a resposta que está querendo (falta agregação). Aquela de se ter a primeira página do FF em português é 10, mas os links levam para o sítio da comunidade em inglês, isso é zero. Outra coisa é você abrir o Gimp, por exemplo mas poderia ser qualquer aplicativo, teclar F1 e aparecer uma mensagem dizendo que esta característica não está instalada no sistema. É dose. Porque raios os pacotes de documentação não vem junto com os programas? Ahhh, mas tudo tem que caber em um CD somente, aí não dá para colocar os programas e mais a documentação. Então partamos para um DVD, ora pois (vide a discussão acima).
- Brigar pela diminuição da pirataria: essa sim é uma briga boa. Se todas as pessoas que usam computador ao menos soubessem que estão cometendo um crime quando instalam um programa sem a devida nota fiscal ou, o que é pior, recbem um computador com diversos programas já instalados sem o devido "agreement" (o contrato de licença do software) então já teríamos um meio caminho andado para a proliferação do software livre, isso porque, o que as pessoas inicialmente vão olhar, não tenham dúvidas, é o tamanho da conta. No Brasil a pirataria corre solta simplesmente porque não temos dinheiro sobrando para comprar o software. Neste caso, o software livre acaba ajudando, porque boa parte dele é igualmente grátis.
- Vamos aproveitar que estamos no Brasil e podemos fazer isso: essa talvez seja a melhor das coisas que poderia acontecer com o Ubuntu. Se o Brasil, emergente que cresce internacionalmente, passasse a ser o carro-chefe, os outros países da África e Ásia acabariam por utilizar o sistema. Digo que devemos aproveitar que estamos no Brasil porque aqui software não tem patente, e sim, direito autoral. Ora, se o w32codecs e libdvdcss2 (talvez os pacotes mais problemáticos em termos de patentes nos EUA), foram todos escritos a partir do zero pela comunidade e tem uma licença GPL, então no Brasil podem ser distribuídos livremente, respeitando o direito autoral (no caso a comunidade GNU) dentro do DVD do Ubuntu.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Compilando o RTAI no Ubuntu
Para os meus colegas que já estavam cobrando a um tempo, aqui vai o resumo dos procedimentos de compilação do RTAI no Ubuntu. Basicamente são os mesmos passos que o Debian. Lembrar que a compilação do RTAI NÃO funciona no gcc 4.3, então você DEVE usar a versão 3.4.
Aqui descreve-se os procedimentos básicos para a compilação de um kernel vanilla no ambiente Ubuntu. A versão utilizada no Ubuntu é a versão 7.10. Povavelmente o procedimento funcione com outras versões do Ubuntu, bem como outras distribuições baseadas no Debian. Utilizou-se o jeito Debian de se compilar e instalar o kernel do Linux.
Procedimento de Compilação do Kernel de Tempo Real
Os procedimentos a seguir devem ser realizados como superusuário (root), inclusive os testes no RTAI.
Provavelmente o leitor que replicar estes procedimentos o fará somente uma vez enquanto que os demais procedimentos serão executados inúmeras vezes.
Compilando o RTAI
Para se saber se o sistema está aceitável ou não, a implementação do RTAI contém um conjunto de programas de teste e calibração: o
O resultado dos testes realizados em minha máquina após todo o procedimento de instalação está mostrado abaixo, as quais mostram respectivamente o resultado do teste de latência, preempção e troca. Note que o número de


Aqui descreve-se os procedimentos básicos para a compilação de um kernel vanilla no ambiente Ubuntu. A versão utilizada no Ubuntu é a versão 7.10. Povavelmente o procedimento funcione com outras versões do Ubuntu, bem como outras distribuições baseadas no Debian. Utilizou-se o jeito Debian de se compilar e instalar o kernel do Linux.
Procedimento de Compilação do Kernel de Tempo Real
Os procedimentos a seguir devem ser realizados como superusuário (root), inclusive os testes no RTAI.
Preparativos
- Criar diretorio dos fontes:
$ mkdir /usr /usr/src - Ir para o diretorio de fontes:
$ cd /usr/src - Baixar o linux e o rtai:
$ wget www.rtai.org/RTAI/rtai-3.6.bz2
$ ftp ftp.kernel.org
login> anonymous
pass>
ftp> pass
ftp> bin
ftp> cd /pub/linux/kernel/v2.6/
ftp> get linux-2.6.23 - Descompactar os fontes:
$ tar xjf rtai-3.6.tar.bz2
$ tar xjf linux-2.6.23.tar.bz2 - Criar os links simbólicos:
$ ln -s linux-2.6.23/ linux
$ ln -s rtai-3.6/ rtai
Provavelmente o leitor que replicar estes procedimentos o fará somente uma vez enquanto que os demais procedimentos serão executados inúmeras vezes.
Compilando o Kernel
- Linux mais recente suportado:
linux-2.6.23 - Rtai mais recente:
rtai-3.6
- Ir ao diretorio do linux:
$ cd linux - Aplicar o patch do RTAI no Linux:
$ patch -p1 < ../rtai/base/arch/i386/patches/hal-linux-2.6.23-i386-1.12-00.patch - Copiar a configuração atual:
$ cp /boot/config-`uname -r` .config - Editar a configuração:
$ make menuconfig - Opções a serem editadas:
- General Setup
- Prompt for development and/or incomplete code/drivers:
Y - Local version - append to kernel release:
-rtai
- Prompt for development and/or incomplete code/drivers:
- Enable loadable module support:
Y
- Module versioning support:
N
- Module versioning support:
- Processor Type and Features
- Interrupt Pipeline:
Y - Timer frequence:
1000 Hz - Preemption model:
Low Latency Desktop
- Interrupt Pipeline:
- Kernel hacking
- Compile the kernel with debug info:
N - Compile kernel with frame poiters:
N
- Compile the kernel with debug info:
- Obs.: Pode ser necessário e é extremamente recomendável, segundo o manual do RTAI, desabilitar as opções relacionadas ao Gerenciamento de Energia: ACPI, APM e Graduação da Freqüência da CPU.
- General Setup
- Opções a serem editadas para o meu caso:
- Processor Type and Features
--> Processor Family:Core 2/newer Xeon
--> Hyperthreading:N
- Device Drivers -> Sound -> Advanced Linux Sound Architecture -> PCI Devices
--> Intel HD Audio:N
- Obs. 1: Desabilitar todas as opções que não são relativas ao hardware diminui o tempo de compilação
- Obs. 2: Necessitei deixar as opções de Gerenciamento de Energia habilitada para a compilação, mas no boot do kernel utilizo as opções noacpi e noapm
- Processor Type and Features
- Compilando:
$ make-kpkg --initrd kernel_image kernel_headers - Aguardar o término da compilação. Pode levar horas.
- Ir para a pasta src:
$ cd .. - Criar a pasta de firmware para esta instalação [Um bug no pacote criado gera uma mensagem de erro durante a posterior instalação do pacote, por isso a necessidade deste passo]:
mkdir /lib/firmware/2.6.23-rtai - Instalar os pacotes Debian criados:
$ sudo dpkg -i *.deb - Reiniciar com o kernel novo.
Compilando o RTAI
- Apagar qualquer versão anterior
$ rm -rf /usr/realtime - Ir ao diretorio do RTAI:
$ cd /usr/src/rtai - Configurar RTAI
$ make menuconfig - Compilar RTAI
$ make$ make installs - Reboot
$ reboot - Ir ao diretorio do testsuit:
$ cd /usr/realtime/testsuit/user - Testar a instalação
$ cd latency$ ./run$ cd ../preempt$ ./run$ cd ../switch$ ./run
Para se saber se o sistema está aceitável ou não, a implementação do RTAI contém um conjunto de programas de teste e calibração: o
testsuit para os testes. O objetivo é que a latência seja baixa, sem overruns e valores de tempo de troca de contexto o menor e menos variante possível.O resultado dos testes realizados em minha máquina após todo o procedimento de instalação está mostrado abaixo, as quais mostram respectivamente o resultado do teste de latência, preempção e troca. Note que o número de
overruns é zero. Os testes foram executados com carga, isto é, no momento do teste, a interface gráfica estava ativa e rodando várias aplicações de usuário, em especial, em um terminal estava sendo rodado o programa flops.

Renomear em massa
Renomear em massa é aquela tarefa em que você pega vários arquivos simultaneamente, normalmente de um único diretório, e quer padronizar o seus nomes, ou então acrescentar algo no início, meio ou fim dos nomes existentes.
Um simples mv não faz isso, ou pelo menos não de uma maneira fácil. O Nautilus, o navegador de arquivos do Ubuntu padrão, também não faz.
Mas há vários programinhas interessantes que fazem isso. Um deles é KRenamer, mas é para KDE, ou seja, pode-se utilizá-lo no Gnome (ambiente gráfico do Ubuntu padrão), mas para isso ele vai carregar um monte de bibliotecas do KDE (não são tantas assim, mas para os puristas, cada um em seu lugar...).
Outra alternativa é o pyRenamer. Ele tá disponível no repositório do Ubuntu, sendo site oficial: http://www.infinicode.org/code/pyrenamer/
Pelo fato de ser em PyGTK (python é uma excelente linguagem de script, diga-se de passagem), dá para usá-lo em qualquer ambiente que suporte Python e Gnome, ou seja, qualquer uma distro Linux atual.
O pyRenamer é uma interface gráfica onde você pode aplicar filtros a diretórios para visualizar somente os aquivos que você quer renomear e pode criar expressões para os novos nomes. Permite também recursão, isto é, o filtro pode ser aplicado aos diretórios dentro de diretórios. Ele te dá uma pré-visualização de como vai ficar antes da modificação efetiva. Isso é muito bom e o torna extremamente poderoso, ao meu ver. Tem igualmente opções para minúsculos, sem espaços, '_' no lugar de espaços etc.
Só te um senão: as expressões não seguem o padrão do Bash (*, ? etc.), o que pode dificultar o iniciante, mas logo você se acostuma a pensar em termos de caracteres alfanuméricos, com espaços ou sem etc. Se você for programador de expressões regulares não terá quase nenhuma dificuldade, exceto a mudança de sintaxe e, se você for programador Phyton, não terá nenhuma dificuldade.
Um simples mv não faz isso, ou pelo menos não de uma maneira fácil. O Nautilus, o navegador de arquivos do Ubuntu padrão, também não faz.
Mas há vários programinhas interessantes que fazem isso. Um deles é KRenamer, mas é para KDE, ou seja, pode-se utilizá-lo no Gnome (ambiente gráfico do Ubuntu padrão), mas para isso ele vai carregar um monte de bibliotecas do KDE (não são tantas assim, mas para os puristas, cada um em seu lugar...).
Outra alternativa é o pyRenamer. Ele tá disponível no repositório do Ubuntu, sendo site oficial: http://www.infinicode.org/code/pyrenamer/
Pelo fato de ser em PyGTK (python é uma excelente linguagem de script, diga-se de passagem), dá para usá-lo em qualquer ambiente que suporte Python e Gnome, ou seja, qualquer uma distro Linux atual.
O pyRenamer é uma interface gráfica onde você pode aplicar filtros a diretórios para visualizar somente os aquivos que você quer renomear e pode criar expressões para os novos nomes. Permite também recursão, isto é, o filtro pode ser aplicado aos diretórios dentro de diretórios. Ele te dá uma pré-visualização de como vai ficar antes da modificação efetiva. Isso é muito bom e o torna extremamente poderoso, ao meu ver. Tem igualmente opções para minúsculos, sem espaços, '_' no lugar de espaços etc.
Só te um senão: as expressões não seguem o padrão do Bash (*, ? etc.), o que pode dificultar o iniciante, mas logo você se acostuma a pensar em termos de caracteres alfanuméricos, com espaços ou sem etc. Se você for programador de expressões regulares não terá quase nenhuma dificuldade, exceto a mudança de sintaxe e, se você for programador Phyton, não terá nenhuma dificuldade.
domingo, 15 de março de 2009
Enfim acabei!
Pois é. Acabei de ajeitar o Windows no computador da minha filha. Só porcausa do bendito teclado que parece só funciona no Windows.
Cara, que trabalheira: peguei um Windows já existente e tive que tirar coisas, depois instalar o que interessava, remover o que era pirata, acertar um bocado de programa que não desinstalava nem com reza brava (tive que ser grosso: apaguei a pasta no Arquivos de Programa e depois rodei CCleaner e MVClean, para limpar o registro). E tome instalar, anti-virus, anti-spy, firewall,... Depois tome defrag e mais defrag...
E para instalar, então: procura no site, baixa, instala, vê se funciona etc.
Mas, enfim, acabei (bem, falta ainda o SP3, mas esse eu vou deixar pra depois, a última vez que instalei um SP o computador parou de funcionar).
Agora vou ter novo trabalho: tentar colocar o Comfyware Keyboard para funcionar no Ubuntu.
Cara, que trabalheira: peguei um Windows já existente e tive que tirar coisas, depois instalar o que interessava, remover o que era pirata, acertar um bocado de programa que não desinstalava nem com reza brava (tive que ser grosso: apaguei a pasta no Arquivos de Programa e depois rodei CCleaner e MVClean, para limpar o registro). E tome instalar, anti-virus, anti-spy, firewall,... Depois tome defrag e mais defrag...
E para instalar, então: procura no site, baixa, instala, vê se funciona etc.
Mas, enfim, acabei (bem, falta ainda o SP3, mas esse eu vou deixar pra depois, a última vez que instalei um SP o computador parou de funcionar).
Agora vou ter novo trabalho: tentar colocar o Comfyware Keyboard para funcionar no Ubuntu.
Assinar:
Postagens (Atom)