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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Uma coisa chata no Firefox

Olá,

De volta depois de um loooongo tempo se postar.

Já chego falando de duas coisas: primeiro, que estou testando o Mint, o sabor pimentoso do Ubuntu.

Até agora está um show. Estou postando este a partir de uma instalação limpa do Mint e consigo até navegar no Youtube e ouvir meus mp3.

Agora a coisa chata: já se acostumaram a fazer pesquisa na barra grande do Chrome? Pois é, quando estamos no Firefox acontece que a barra grande não serve bem para pesquisa, ou por outra, ele pesquisa mas não na mesma engine que a gente escolheu na barra ao lado. É chato!

Para resolver, por exemplo, colocar o google em todo lugar:

Barra de endereços: about:config

Localize a chave keyword.URL
Modifique a string do valor para: http://www.google.com/search?lr=&ie=UTF-8&oe=UTF-8&q=

Pronto! Agora você já pode pesquisar em ambas as barras no google.

Agora, se você mudar a engine na barra de pesquisa, a pesquisa na barra de endereços NÃO será modificada.

Abraços.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

VirtualBox em tela cheia no 2º monitor

Se você está usando um ambiente com dois monitores e com um sistema operacional hospedado através VirtualBox, pode ser interessante manter o SO hospedado em tela cheia no segundo monitor.

Para isso:

  • colocar o SO hospedado em tela cheia: Ctrl Direito + F
  • passar o mouse (rato) na parte inferior da janela a fim de aparecer o menu de escondido de hóspede do VirtualBox
  • View > Virtual Screen 1 > Use Host Screen 2
É isso aí!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Mplayer e legendas em várias línguas

Depois de muito procurar achei uma dica que coloco aqui, para não esquecer e compartilhar:

Todos sabemos que o mplayer é um dos mais completos video-tocadores para linux (e mesmo windows). Bem configurado ele é imbatível. Com os codecs certos instalados, toca até tampinha de garrafa!

Pois bem a minha sina em relação ao mplayer era o fato de que gosto de assistir aos filmes tanto com legenda em pt, quanto em en ou mesmo sem legenda. É ótimo para treinar o inglês. Mas o mplayer sempre carrega automaticamente a legenda com o nome exato do filme (exceto a extensão, claro). Para o caso de a gente ter duas legendas como (filme.pt.srt e filme.en.srt) não havia jeito a não ser carregar manualmente. Era o que eu pensava até que descobri a dica das dicas sobre o mplayer.

Comece assim: nomeie o seu filme como filme.avi (normal)
Suas legendas devem ser filme.idioma.srt (também é formato comum)
Abra o arquivo ~/.mplayer/config usando qualquer editor de texto (gedit serve)
Insira uma linha com: sub-fuzziness=1
Salve o arquivo

Agora toda vez que você abrir um filme o mplayer irá carregar todas as legendas. Você pode escolher qual legenda será visualizada teclando J ou usando a opção do menu de contexto.

Detalhes:
A opção sub-fuzziness pode receber:

0 para o comportamento normal;
1 para ler todos os arquivos no diretório corrente que
iniciam com o mesmo nome do arquivo
2 para ler todos os arquivos do diretório corrente

É isso!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Backups facilitados: DAR

DAR é o acrônimo para Disk ARchiver. É um sistema para backups baseado no TAR.

Enquanto o tar é voltado para uma mídia sequencial, e.g. fita, o dar é voltado para mídias com acesso aleatório, e. g. disco. Então possui coisas interessantes, como acesso relativamente rápido, se comparado ao tar, a um único arquivo dentro de centenas ou milhares de outros em uma mídia de backup.

Em especial o dar permite facilmente backups em CDs/DVDs, bem como em armazenadores USB, como Pen Drives e HDs USB. Permite facilmente a troca de múltiplas mídias (e.g. CDs e DVDs) durante o processo de backup, pois já conta por padrão com uma função de split.

Ao contrário do tar que está integrado ao sistema de compactação/descompactação do Nautilus, o dar ainda não conta com essa facilidade, entretanto, possui uma interface gráfica bem amigável, o DarGUI.

Conta também com um utilitário que não tem dependências externas: o darstatic. Este pode ser gravado no primeiro disco de backup e ser utilizado em qualquer sistema Linux (o mínimo para um boot) para realizar a operação de recuperação.

Para instalar o dar no Ubuntu é simples, já está nos repositórios no pacote dar.

Para instalar a interface gráfica DarGUI, entretanto, é necessário baixar do site: http://dargui.sourceforge.net/ o .deb. Dois cliques no .deb e o Gdebi instala para você sem problemas.

Tem mais uma coisa, o DarGUI foi escrito usando FreePascal Compiler (fpc) e o Lazarus IDE.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Campanha pela "netiqueta" nos e-mails e liberdade dos formatos

Divulgar é sempre a melhor solução, então divulgue de alguma forma o uso dos formatos livres.

Regras gerais:
  • Evite a todo custo caracteres estranhos, smiles etc.
  • Cuidado com o formato da mensagem. Ajuste o seu cliente para usar o padrão universal: UTF8 ou UTF16 (Padrões Unicode), mesmo que seu cliente venha por padrão marcado para usar coisas antigas e obsoletas, como CP850, ISO-8859-X, onde X pode ser qualquer coisa.
  • Jamais use e-mails profissionais em listas públicas. Chega a ser um absursdo a gente ver na lista do Ubuntu-BR aquelas assinaturas em que o próprio servidor coloca que o e-mail em questão é de uso particular e que quaisquer informações ali colocadas são privadas e de uso restrito etc. etc. etc. Se é particular, mantenha particular. Para listas públicas use e-mail públicos.

No campo de assunto:
  • Seja claro e sucinto. Detalhes ficam por conta do corpo.
  • Não precisa indicar que a mensagem já foi respondida (RE:) depois encaminhada (ENC:) depois repondida de novo (RE:) e reencamihada (FW:) anteriormente. Fica bem poluído o campo de assunto com coisas do tipo [RE: [ENC: [RE: [RE] [FWR:]]] Assunto....]

No corpo da mensagem:
  • Sempre utilize texto simples. Usar HTML ou qualquer outra coisa é, no mínimo, perigoso no que concerne à segurança, e um desperdício.
  • Seja claro, direto e simples no falar. Evite jargões e regionalismos, principalmente em listas de discussões. Eu mesmo já usei de um regionalismo comum no sul do Brasil para se referir a uma surpresa em uma lista e um companheiro do nordeste achou que eu o estava xingando.
  • Para e-mails profissionais, faça um revisão ortográfica e gramatical breve. É chato você receber e-mail que parecem ser sérios com erros absurdamente impraticavelmente orrível de se verem e ler!

Em anexos:
  • Nunca envie um formato binário, a não ser que TODOS os navegadores o suportem: é o caso de imagens em JPEG.
  • Texto deve ser enviado no formato texto, nunca em HTML ou como um documento de um editor de textos qualquer.
  • Jamais insira imagens no meio do texto a não ser que seja absolutamente inevitável, o que jamais acontecerá se você usar a regra acima. Imagens são arquivos anexo como qualquer outro anexo que você pode mandar.
  • Se precisar enviar algo "formatado", use uma linguagem de descrição de páginas como PostScript (para impressão) ou PDF (para vídeo ou impressão).
  • Se precisar que o destinatário edite, prefira um meio comum de edição e não o e-mail. Para isso assine serviços como o MS Office Web ou Google Docs.
  • Se precisar enviar algo realmente binário (um desenho CAD, por exemplo), informe no corpo do e-mail qual é o formato e como o destinatário deverá abri-lo, indicando o programa adequado para isso.

Nas assinaturas:
  • Assim como todo o restante do e-mail, deve ser simples, fácil de se ler e direto ao ponto.
  • Assine o seu nome e o lugar de onde está escrevendo (cidade e estado e/ou país).
  • Se é um e-mail profissional, pode incluir o nome da empresa/universidade/órgão público ao qual está vinculado e sua posição/função dentro dele.
  • Pode terminar com uma frase simples e, jamais, insira figuras e outras firulas.
  • Se a empresa exigir pode ser anexado ao e-mail um cartão de visitas (Virtual Card File).

Sugestões finais:
  • Se queres efetivamente divulgar formatos livres podes utilizar um PS abaixo da assinatura como o meu. Podes copiar e alterar a vontade. Ele infoma a existência do formato ODF e como o destino pode conseguir abrí-lo de forma simples e confiável.

Atenção: Este e-mail pode conter anexos no formato ODF (Open Document Format)/ABNT (extensões odt, ods, odp, odb, odg). Antes de pedir os anexos em outro formato, você pode instalar gratuita e livremente o BrOffice (http://www.broffice.org) ou o seguinte Plugin para Microsoft Office (http://www.sun.com/software/star/odf_plugin/get.jsp).

  • Parece incrível, mas mesmo depois de 2000 anos em que a frase seguinte foi formulada ainda temos uma enorme dificuldade em assimilá-la e executá-la: "Respeitai os outros da mesma forma que queres que os outros te respeitem".
É isso.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Dica de programa: DHelp

Essa dica vai muito bem para os desenvolvedores. No meu caso, como uso o Octave, é sempre bom ter o manual em mãos.

Para aqueles que querem manter os seus documentos de ajuda em HTML bem organizados, faz o seguinte: instala o dhelp.

O dhelp (ou melhor Debian Help) é um programinha muito simples mas muito poderoso, ele faz uma varredura em todo HTML do seu disco e tenta organizá-lo em grupos, normalmente pelas pastas onde os arquivos se encontram.

Cara fica uma beleza a organização.

Só mais uma coisa: se você tem um servidor Web (e.g. Apache - httpd) você deve apontar o navegador para http://localhost/doc/HTML/index.html ou se não, você deve acessar o índice gerado através de: file:///usr/share/doc/HTML/index.html.

Se você esquecer disso, basta digitar dhelp num terminal, que ele vai abrir a página index ou então dhelp para acessar uma busca por documentação específica, como por exemplo: dhelp gnu octave

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Renomear em massa

Renomear em massa é aquela tarefa em que você pega vários arquivos simultaneamente, normalmente de um único diretório, e quer padronizar o seus nomes, ou então acrescentar algo no início, meio ou fim dos nomes existentes.

Um simples mv não faz isso, ou pelo menos não de uma maneira fácil. O Nautilus, o navegador de arquivos do Ubuntu padrão, também não faz.

Mas há vários programinhas interessantes que fazem isso. Um deles é KRenamer, mas é para KDE, ou seja, pode-se utilizá-lo no Gnome (ambiente gráfico do Ubuntu padrão), mas para isso ele vai carregar um monte de bibliotecas do KDE (não são tantas assim, mas para os puristas, cada um em seu lugar...).

Outra alternativa é o pyRenamer. Ele tá disponível no repositório do Ubuntu, sendo site oficial: http://www.infinicode.org/code/pyrenamer/

Pelo fato de ser em PyGTK (python é uma excelente linguagem de script, diga-se de passagem), dá para usá-lo em qualquer ambiente que suporte Python e Gnome, ou seja, qualquer uma distro Linux atual.

O pyRenamer é uma interface gráfica onde você pode aplicar filtros a diretórios para visualizar somente os aquivos que você quer renomear e pode criar expressões para os novos nomes. Permite também recursão, isto é, o filtro pode ser aplicado aos diretórios dentro de diretórios. Ele te dá uma pré-visualização de como vai ficar antes da modificação efetiva. Isso é muito bom e o torna extremamente poderoso, ao meu ver. Tem igualmente opções para minúsculos, sem espaços, '_' no lugar de espaços etc.

Só te um senão: as expressões não seguem o padrão do Bash (*, ? etc.), o que pode dificultar o iniciante, mas logo você se acostuma a pensar em termos de caracteres alfanuméricos, com espaços ou sem etc. Se você for programador de expressões regulares não terá quase nenhuma dificuldade, exceto a mudança de sintaxe e, se você for programador Phyton, não terá nenhuma dificuldade.