JADE é um framework para desenvolvimento de aplicações multi-agente.
Como é escrito em Java, pode ser executada em qualquer plataforma.
Bem, no Ubuntu, há um probleminha: o Jade não funciona a menos que você diga ao sistema que o endereço de loopback seja 127.0.0.1 e não 127.0.1.1 como é colocado por padrão no sistema.
Então, para consertar isso, basta editar o /etc/hosts e ter certeza que o endereço de loopback seja 127.0.0.1.
É isso
quarta-feira, 18 de maio de 2011
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Minha sequência de pós-instalação do Ubuntu 10.04
Entra versão, sai versão, o Ubuntu sempre melhora, mas tem algumas coisas que ainda somos obrigados a fazer após a instalação do Ubuntu.
Na nova versão, assim como nas outras, faço o seguinte:
E haja paciência, porque onde estou agora, a internet somente alcança 10KBps, no máximo, e são centenas de megabytes de download...
Enquanto baixam os arquivos pelo Synaptic, baixo também:
Depois de sair do Synaptic, ainda há a necessidade de instalar este aplicativo a partir de dois cliques no respetivo arquivo .deb.
Uma configuração a mais é o uso dos dicionários do Babylon(R) no StarDict. Os dicionários já convertidos podem ser baixados de:
Depois da instalação o sistema fica realmente útil (ao menos para mim, esse é o meu ubuntu-perfeito mínimo), então queimo um DVD com o Remasterys e posso atualizar outros computadores com ele.
A medida que vou precisando de outras coisas vou instalando e personalizando de acordo com o uso do computador (se desk, note etc.).
É isso!
Na nova versão, assim como nas outras, faço o seguinte:
- Backup dos dados
- Instalação limpa. Neste caso uso 3 partições:
- Swap com 2GBytes
- Raiz (/) com 40GBytes
- Home (/home) com o restante do HD
- Boot na nova versão
- Abro um terminal para adicionar os seguintes repositórios:
- Medibuntu:
$ sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/$(lsb_release -cs).list --output-document=/etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list$ sudo apt-get -q update$ sudo apt-get --yes -q --allow-unauthenticated install medibuntu-keyring
- Virtualbox:
wget -q http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/oracle_vbox.asc -O- | sudo apt-key add -(na verdade aqui só se insere a chave de autenticação do pacote)
- Medibuntu:
- Abro o Synaptic e verifico que os repositórios main, universe e multiverse estão habilitados
- Habilito os repositórios da Canonical
- Insiro os seguintes repositórios:
- VirtualBox:
deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian lucid non-free - Não esquecer o Reload dos pacotes de software
- Instalo o suporte a idiomas (pt-BR no caso):
language-support-pt - Instalo os pacotes relacionados aos formatos proprietários (ainda necessários):
- Java (
sun-java6-sdk, sun-java6-fonts, sun-java6-pluginetc.) - Flash (
adobe-flashplugin) - Adobe Reader (
acroread)
Comentário: são 65MB (um absurdo para um leitor de pdfs) para as únicas coisas que uso neste software: seleção gráfica de região, comentários, e não sei porque alguns pdfs só abrem aqui (outro absurdo!)
- Skype (
skype, skysentials) - Codecs (
ubuntu-restrict-extras, w32codecs[ouw64codecsconforme o caso],libdvdcss2) - E alguns pacotes para extender as funcionalidades padrão:
- Mplayer (
mplayer, mplayer-gui, mplayer-fonts) - Subtitle Editor (
subtitleeditor) - Um anti-virus para os arquivos do outro SO (
clamav, clamtketc.) - Plugins do nautilus (
nautilis-gksu, nautulis-open-terminal, nautilus-clamscan) - Compiz (
compizconfig-settings-manager) - Compactadores (
p7zip, p7zip-full, rar, cabextracetc.) - Latex (
texlive,texlive-publishers,texlive-pictures,texlive-lang-portuguese, abntex) - Diagramas (
dia-gnome) - Compilação (
build-essential) - Virtualização (
virtualbox-3.2) - Mnemosyne (
mnemosyne) - Dicionário (
stardict) - Cheese (
cheese) - Configuração do firewall (
gufw) - Uniconvertor (
python-uniconvertor) - Gimp (
gimp, gimp-help-en) - Shotwell (
shotwell) - GNote (
gnote) - Remover mono-runtime (e com ele F-Spot e Tomboy)
Para consertar as bobagens que a Canonical fez:
E haja paciência, porque onde estou agora, a internet somente alcança 10KBps, no máximo, e são centenas de megabytes de download...
Enquanto baixam os arquivos pelo Synaptic, baixo também:
- o Remasterys, que para a versão 10.04 ainda não tem repositório oficial. O link para o .deb é:
http://sourceforge.net/projects/remastersys/files/.
Depois de sair do Synaptic, ainda há a necessidade de instalar este aplicativo a partir de dois cliques no respetivo arquivo .deb.
Uma configuração a mais é o uso dos dicionários do Babylon(R) no StarDict. Os dicionários já convertidos podem ser baixados de:
http://reciteword.sourceforge.net/stardict/babylon.php.Depois da instalação o sistema fica realmente útil (ao menos para mim, esse é o meu ubuntu-perfeito mínimo), então queimo um DVD com o Remasterys e posso atualizar outros computadores com ele.
A medida que vou precisando de outras coisas vou instalando e personalizando de acordo com o uso do computador (se desk, note etc.).
É isso!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Mplayer e legendas em várias línguas
Depois de muito procurar achei uma dica que coloco aqui, para não esquecer e compartilhar:
Todos sabemos que o mplayer é um dos mais completos video-tocadores para linux (e mesmo windows). Bem configurado ele é imbatível. Com os codecs certos instalados, toca até tampinha de garrafa!
Pois bem a minha sina em relação ao mplayer era o fato de que gosto de assistir aos filmes tanto com legenda em pt, quanto em en ou mesmo sem legenda. É ótimo para treinar o inglês. Mas o mplayer sempre carrega automaticamente a legenda com o nome exato do filme (exceto a extensão, claro). Para o caso de a gente ter duas legendas como (filme.pt.srt e filme.en.srt) não havia jeito a não ser carregar manualmente. Era o que eu pensava até que descobri a dica das dicas sobre o mplayer.
Comece assim: nomeie o seu filme como filme.avi (normal)
Suas legendas devem ser filme.idioma.srt (também é formato comum)
Abra o arquivo
Insira uma linha com:
Salve o arquivo
Agora toda vez que você abrir um filme o mplayer irá carregar todas as legendas. Você pode escolher qual legenda será visualizada teclando J ou usando a opção do menu de contexto.
Detalhes:
A opção sub-fuzziness pode receber:
É isso!
Todos sabemos que o mplayer é um dos mais completos video-tocadores para linux (e mesmo windows). Bem configurado ele é imbatível. Com os codecs certos instalados, toca até tampinha de garrafa!
Pois bem a minha sina em relação ao mplayer era o fato de que gosto de assistir aos filmes tanto com legenda em pt, quanto em en ou mesmo sem legenda. É ótimo para treinar o inglês. Mas o mplayer sempre carrega automaticamente a legenda com o nome exato do filme (exceto a extensão, claro). Para o caso de a gente ter duas legendas como (filme.pt.srt e filme.en.srt) não havia jeito a não ser carregar manualmente. Era o que eu pensava até que descobri a dica das dicas sobre o mplayer.
Comece assim: nomeie o seu filme como filme.avi (normal)
Suas legendas devem ser filme.idioma.srt (também é formato comum)
Abra o arquivo
~/.mplayer/config usando qualquer editor de texto (gedit serve)Insira uma linha com:
sub-fuzziness=1Salve o arquivo
Agora toda vez que você abrir um filme o mplayer irá carregar todas as legendas. Você pode escolher qual legenda será visualizada teclando J ou usando a opção do menu de contexto.
Detalhes:
A opção sub-fuzziness pode receber:
0 para o comportamento normal;
1 para ler todos os arquivos no diretório corrente que
iniciam com o mesmo nome do arquivo
2 para ler todos os arquivos do diretório corrente
É isso!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Instalando o Lazarus no Ubuntu 9.10
Primeiro instale o freepascal (fpc) a partir do repositório:
Isto irá instalar a versão 2.2.4 do compilador fpc. Note que o download é grande e o apt vai instalar todos os pré-requisitos. Para testar:
Depois baixe os fontes da versão mais nova e estável do Lazarus (lazarus-0.9.28.2-src.bz2).
Descompacte na pasta
Entre na pasta
Crie um link simbólico na pasta
P. Por que compilar o Lazarus?
R.. Porque assim, toda vez que você for precisar atualizar, seja a partir do svn ou simplesmente para compilar um componente, para o que você precisa de direitos de escrita em certas pastas, fica tudo mais simples.
É isso.
$ sudo apt-get install fpc fpc-sourceIsto irá instalar a versão 2.2.4 do compilador fpc. Note que o download é grande e o apt vai instalar todos os pré-requisitos. Para testar:
$ fpcDepois baixe os fontes da versão mais nova e estável do Lazarus (lazarus-0.9.28.2-src.bz2).
Descompacte na pasta
~/lazarus.Entre na pasta
~/lazarus e compile o Lazarus:$ cd ~/lazarus
$ makeCrie um link simbólico na pasta
~/bin (se não estiver criada, crie):$ ln -s ~/lazarus/startlazarus ~/bin/startlazarusP. Por que compilar o Lazarus?
R.. Porque assim, toda vez que você for precisar atualizar, seja a partir do svn ou simplesmente para compilar um componente, para o que você precisa de direitos de escrita em certas pastas, fica tudo mais simples.
É isso.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Cadê o Linux?
Questão que poderiam me formular: Você diz que o uso do Linux está crescendo em quase todas as frentes (servidores, desktops e móveis), porque é que eu não vejo o Linux por aí?
Resposta curta: não vê e vai ver cada vez menos.
Resposta longa: como todo sistema operacional, o Linux cuida de interligar aplicações aos hardwares existentes. Como tal ele não deveria mesmo aparecer em canto nenhum, pois o que tem que aparecer é a aplicação. Essa sim, é o que deve aparecer ao usuário. Se está rodando sobre Linux, Solaris, ou mesmo Windows, deveria ser transparente. Quando crio uma aplicação para o Android, o faço não para o SO Linux, mas para a plataforma Android. Idem para o MeeGo. Claro que também dá para fazer aplicações multiplataforma. Essa filosofia de existir software que só roda em um certo sistema operacional é uma filosofia que está ultrapassada. Foi engendrada pela Microsoft para criar um verdadeiro monopólio nos PCs. Sorte que esse monopólio não se estendeu para servidores e dispositivos móveis. Atualmente os desenvolvedores querem desenvolver aplicações e as empresas querem vender serviços (associados àquelas aplicações) e não sistemas operacionais (exceto a MS que ainda tem boa parte de suas vendas atreladas ao par Windows/Office, apesar de estar mudando isso aos poucos ano a ano).
O Linux está crescendo e está indo para onde deveria: literalmente para a nuvem.
Resposta curta: não vê e vai ver cada vez menos.
Resposta longa: como todo sistema operacional, o Linux cuida de interligar aplicações aos hardwares existentes. Como tal ele não deveria mesmo aparecer em canto nenhum, pois o que tem que aparecer é a aplicação. Essa sim, é o que deve aparecer ao usuário. Se está rodando sobre Linux, Solaris, ou mesmo Windows, deveria ser transparente. Quando crio uma aplicação para o Android, o faço não para o SO Linux, mas para a plataforma Android. Idem para o MeeGo. Claro que também dá para fazer aplicações multiplataforma. Essa filosofia de existir software que só roda em um certo sistema operacional é uma filosofia que está ultrapassada. Foi engendrada pela Microsoft para criar um verdadeiro monopólio nos PCs. Sorte que esse monopólio não se estendeu para servidores e dispositivos móveis. Atualmente os desenvolvedores querem desenvolver aplicações e as empresas querem vender serviços (associados àquelas aplicações) e não sistemas operacionais (exceto a MS que ainda tem boa parte de suas vendas atreladas ao par Windows/Office, apesar de estar mudando isso aos poucos ano a ano).
O Linux está crescendo e está indo para onde deveria: literalmente para a nuvem.
Linux 1% de mercado?
Para quem ainda tinha dúvidas quanto ao crescimento do Linux:
http://news.cnet.com/software-interrupted/
Dentro da reportagem há um outro link para
http://reviews.cnet.com/8301-12261_7-10370495-10356022.html
Lembrar que apesar de vários nomes diferentes, todas essas plataformas (Android, MeeGo, todas as ARM) são Linux-based.
Considerando que há muitos milhares mais celulares no mundo que computadores PC, é piada achar que o Linux só tem 1% de mercado global, o que inclui servidores (linux já era líder), desktops (linux está em franca ascensão) e móveis (cujo mercado é muito concorrido e os líderes são a Apple e a Nokia e não a MS).
http://news.cnet.com/software-interrupted/
Dentro da reportagem há um outro link para
http://reviews.cnet.com/8301-12261_7-10370495-10356022.html
Lembrar que apesar de vários nomes diferentes, todas essas plataformas (Android, MeeGo, todas as ARM) são Linux-based.
Considerando que há muitos milhares mais celulares no mundo que computadores PC, é piada achar que o Linux só tem 1% de mercado global, o que inclui servidores (linux já era líder), desktops (linux está em franca ascensão) e móveis (cujo mercado é muito concorrido e os líderes são a Apple e a Nokia e não a MS).
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Por que o Linux é bom?
Para quem ainda duvida, olha só esse instantâneo do SysInfo:

E é no meu note de trabalho mesmo, com atualizações do sistema (tudo bem, nada que exigisse reinício), instalação e desinstalação de coisas neste período.
Depois de 7 dias o sistema continua funcionando numa boa. E olha que uso Netbeans e Octave que são bem pesadinhos.
Pois é! E ainda tem gente que duvida da estabilidade do Linux...

E é no meu note de trabalho mesmo, com atualizações do sistema (tudo bem, nada que exigisse reinício), instalação e desinstalação de coisas neste período.
Depois de 7 dias o sistema continua funcionando numa boa. E olha que uso Netbeans e Octave que são bem pesadinhos.
Pois é! E ainda tem gente que duvida da estabilidade do Linux...
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